9.11.06

Cruzes



Ó, quão barato soa o cristianismo: Creia em um, leve três.

6.11.06

Women

Henri de Toulouse-Lautrec, Femme nue devant sa glace, 1897
Women
(O Hímen)
Hi men!

3.11.06

Vaso


Dia desses, em uma conversa típica sobre os nadas com uma cara amiga de traços femininos, feministas -motivo pelo qual o ¿assunto? acabou por surgir, do nada- e irônicos, perguntei a respeito da quase lendária discussão inter-gêneros que envolve vasos sânitários e suas tampas.
O
¿assunto?, escatológico por natureza óbvia, acabou proporcionando uma interessante discussão. Nunca havia entendido esse problema: "Oras, o mesmo trabalho feminino ao abaixar a tampa é realizado pelo gênero masculino ao levantá-la".
O argumento feminino foi interessante e, ante a minha concordância inicial, encerrou o levante: "Sim, o trabalho é o mesmo. No entanto a tampa deve permanecer sempre abaixada
uma vez que a maioria dos procedimentos realizados no local [3 dos 4] a requer dessa forma".
Outro dia, não me lembro exatamente onde,
pensei que o engraçado desse problema é que nunca ninguém ouviu um homem reclamar do fato de que a tampa estava abaixada e nunca ninguém deixou de ouvir uma mulher reclamando do contrário. Depois de rir sozinho e lavar as mãos percebi que esse pensamento invalidava a lei estabelecida anteriormente. Oras, se para o homem é indiferente que a tampa esteja levantada ou abaixada, uma vez que ele consegue mudá-la de posição sem reclamar, ele pode se abster da necessidade dela abaixada previamente a um dos seus procedimentos. Dessa forma a condição da regra anterior foi invalidada, embora ante os questionamentos femininos sabidamente infundados.
Em um segundo momento da conversa abordei a minha teoria a respeito do tema controverso. Não se deve utilizar a maioria dos procedimentos como parâmetro uma vez que ela não existe mas sim a igualdade da questão ou, em outros termos, a quantidade de vezes em que o local é utilizado e por qual gênero ele é utilizado. Tal discussão não existe em locais onde moram apenas homens ou apenas mulheres.
Se o problema é dado quando a casa é habitada por um grupo misto é imprescindível que este seja analisado. Assim, em uma casa habitada por um grupo majoritariamente masculino, a tampa deve ficar de qualquer jeito e o grupo minoritário feminino terá de aceitar tal situação sem reclamações [em dias hormonais expressivos os homens devem relevar comportamentos exasperados]. Em uma casa habitada por um grupo majoritariamente feminino, a tampa deverá permanecer abaixada e o grupo minoritário masculino deverá ter o cuidado de respeitar esse direito [recomenda-se aos homens desta classe de grupo que tenham um estoque de chocolate que deverá ser utilizado em dias desatentos]
Em um grupo sem minorias, deve-se avaliar a quantidade de tempo que cada gênero permanece na casa ou faz uso do local. Se esses fatores forem extremamente significativos, podem servir de argumento nos grupos desequilibrados.
Perguntei-me depois dessa grandiosa reflexão, absoluto por ter encontrado um modo justo para a avaliação do problema, o porquê que a fiz, uma vez que mantenho a tampa sempre abaixada por motivos desconhecidos [creio que seja estético]. Não cheguei a resposta alguma mas acredito que isso tudo possa ajudar alguém, algum dia.
Pensando que ninguém lerá isso descarto a consideração anterior e acho melhor livrar-se do assunto com uma longa e merecida descarga, antes que dê mais merda.

Túnel



Túnel

No meio da pedra tinha um caminho

2.11.06

Tumor

Adenoma de células das Ilhotas de Langerhans no Pâncreas

1.11.06

Eufemismos...


Eufemismos costumam mascarar a verdade crua e dolorosa dos fatos. Temos que -temo- a partir de uma assertiva simples, clara e mascarada como "somos todos filhos da mãe", pode-se trazer à tona a verdade de que somos todos filhos da puta... eufemismados... mimados... quase afeminados.